São Paulo – Cerca de 500 moradores do Jardim Pantanal fazem, neste momento, uma manifestação em frente à Prefeitura de São Paulo. Segundo primeiras informações houve uma confusão entre manifestantes e a polícia, que jogou gás de pimenta na reportagem da Rede Brasil Atual.
A confusão começou quando a polícia resolveu expulsar os manifestantes de dentro do prédio da Prefeitura. Entre a entrada e a calçada há uma grade que divide os espaços. Após controlar a situação, o grupo de negociação dos moradores foi chamado para dentro da prefeitura. Dentre eles está o deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP). “Vim para negociar uma solução. O retrato é de agonia e vergonha, as pessoas estão sendo vítimas de um planejamento urbano criminoso”, disse. Segundo ele, o pior ainda está por vir. “Depois de perder as casas, há ainda a leptospirose, que pode contaminar muita gente.”
A tarifa do metrô e dos trens da CPTM de São Paulo vai subir para R$ 2,65 a partir desta terça-feira. Os reajustes das tarifas do transporte público vem logo no começo do ano, período das já tradicionais despesas extras, como IPTU e material escolar dos filhos. As tarifas dos ônibus da Capital foram reajustas em 17,4% no inicio de janeiro, o mesmo se deu, de novembro até agora, na maioria dos municípios paulistas. Mais uma vez a população de São Paulo é penalizada.
Para denunciar esse descaso com a população da dupla Serra/Kassab, o PSOL estará em frente da maioria das estações de trem e metrô conversando com a população e distribuindo um material sobre o assunto.
O senador José Nery (PSOL-PA) disse, durante sessão de homenagem ao Dia Nacional do Aposentado, que considera inaceitável que o país não encontre uma solução para que se faça a recomposição dos salários dos aposentados. Na opinião do senador, o Brasil não será um país justo e soberano se os direitos fundamentais de todos não forem respeitados, entre eles os dos aposentados. Ele criticou fortemente a manutenção do fator previdenciário e a corrosão dos salários dos aposentados.
- O dinheiro que vai para os banqueiros é dez vezes mais do que o necessário para atender às reivindicações dos aposentados e pensionistas do Brasil, para garantir a aposentadoria integral, se esse fator famigerado, chamado fator previdenciário, não existisse.
Tendo como pano de fundo a conjugação das crises financeira, econômica, ambiental, alimentar e social, que ainda se mantém e se aprofundam, e que se apresentam combinadas com o avanço das políticas sociais-liberais que o governo Lula vem aplicando, em atendimento às demandas burguesas, matizadas por uma série de iniciativas de cunho social limitado, mas que vêm angariando um grande respaldo da população, o Enlace, frente às eleições de 2010, considera fundamental a inclusão dos seguintes eixos programáticos:
Documentário sobre os cinco anos de Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF), produzido pelo Ponto de Cultura da ENFF em conjunto com o Pontão de Cultura Rede Cultural da Terra.
Há muito se sabe e se diz que no Brasil há “leis que pegam” e “leis que não pegam” ou “ficam só no papel”. É verdade. Os exemplos poderiam ser dezenas, centenas, mas não é preciso enumerá-los, cada pessoa tem em sua memória muitos exemplos. Mas talvez o exemplo mais aberrante seja o da Resolução nº 1, de 23 de janeiro de 1987, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que tem força de lei.
A Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF) saudou seu aniversário de cinco anos com um ato político, no sábado (6/2), que reuniu mais de 500 integrantes de entidades da sociedade civil, professores universitários, movimento sindical e estudantil e partidos políticos em Guararema.
Geraldo Gasparin, da coordenação da ENFF, disse que passaram 1600 educandos pela escola, sendo que mais de 50% foram mulheres. Mais de 300 professores voluntários deram aulas nos cursos, conferências e seminários.
O dia 21 de janeiro de 2010 será lembrado como uma data sombria na história da democracia norte-americana e seu declínio.
Naquele dia, a Suprema Corte dos EUA determinou que o governo não pode proibir as corporações de fazerem gastos políticos durante as eleições – uma decisão que afeta profundamente a política do governo, tanto interna quanto externa.
Há 62 dias a região está alagada em função do descaso do governo Kassab com a política de combate às enchentes
Moradores do Jardim Pantanal realizam nesta segunda-feira (08/02), às 14h, em frente à Prefeitura Municipal de São Paulo, um protesto contra as gestões Serra e Kassab. Há 62 dias, a região está alagada, sem que o poder público tome as iniciativas necessárias para combater os impactos das fortes chuvas que atingem a capital desde o final do ano passado.
De 2006 a 2009 a Prefeitura de São Paulo cortou R$ 353 milhões em ações de combate a enchentes. Em vez de executar R$ 1,1 bilhão previstos para essa finalidade nos últimos quatro anos, a gestão Kassab utilizou apenas R$ 751 milhões. No ano passado, o prefeito utilizou menos de 8% dos R$ 18,4 milhões previstos no orçamento para a construção de piscinões. O orçamento de 2010 prevê um corte de outros R$ 51 milhões para ações antienchentes.
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