Deputado Giannazi acredita que crimes pós-Parada foram premeditados por grupos de intolerância

O Deputado Carlos Giannazi, do PSOL, também veio a público falar sobre os atos violentos ocorridos após a 13ª Parada de Orgulho LGBT de São Paulo, realizada no dia 14 de junho.

O deputado, que também é presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Comunidade LGBTT na Assembleia Legislativa de São Paulo, acredita que os crimes, como a morte de Marcelo Campos Barros e a bomba jogada na rua Dr. Vieira de Carvalho, foram homofóbicos e premeditados por grupos de intolerância.

O deputado, que também é presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Comunidade LGBTT na Assembleia Legislativa de São Paulo, acredita que os crimes, como a morte de Marcelo Campos Barros e a bomba jogada na rua Dr. Vieira de Carvalho, foram homofóbicos e premeditados por grupos de intolerância.

Esses grupos “aniquilam as pessoas que tenham orientação sexual não heterossexual ou não pertençam a determinadas classes sociais, lugares de origem ou raças”, diz o Deputado.

Gianazzi afirma que já está tomando medidas contra isso, como requerimentos de informação junto a Secretaria de Segurança Pública e a Coordenadoria de Políticas para a Diversidade Sexual no Estado de São Paulo (CADS). A intenção é exigir informações sobre a investigação dos crimes.

Para o deputado, esses crimes “representam um retrocesso na luta contra a intolerância e a homofobia no Brasil. Por isso que se faz necessária cada vez mais a aprovação do PLC 122/06, que criminaliza a homofobia em nosso país”.

Fonte: Site do UOL

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